Tamy Itsumo Otome ~[Hiatus]~: Dezembro 2008

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quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Fruits Basket: Episódio 02 - A Maldição dos Soumas

Caso você queira assistir episódio 1 vá ao link abaixo:

Episódio 01



Caso queira assistir ao terceiro episódio vá ao link abaixo:

Episódio 03

Kiss: Because I'm a girl (se você disser que sim)

Uma música muito linda! T_T...
Acho q é coreana... mais mesmo assim linda!
vou colocar ela em coreano e em português para vcs verem q lindo! T0T

Coreano




Coreano (legendado)



Português (dublado)

Baixar o Winrar e o Winrar zip



Bem, não consegui sites para explicar como se baixa esse programa...
Mais achei onde pode baixar ele e o winrar zip! ^^
Esses programas são ótimos para baixar mangás!...
talvez seja meio complicado... mais acho que vai valer apena né?

Vou passar os links no site baixaki:

Winrar: http://baixaki.ig.com.br/download/winrar.htm

Winzip: http://baixaki.ig.com.br/download/winzip.htm

Gothic Lolita!

Gothic Lolita Pictures, Images and Photos

Gothic Lolita ou "GothLoli" (ゴスロリ, gosurori) é uma moda urbana japonesa popular entre adolescentes e jovens adultas (e por vezes pessoas do sexo masculino), que vestem roupas de inspiradas, em sua maioria, pela moda vitoriana, rococó ou edwardiana e freqüentemente tentam imitar a aparência de bonecas de porcelana ou princesas. A origem do gosurori é uma combinação da moda lolita – que envolve tentar parecer ‘fofa’ ou meiga a ponto de parecer infantil – e certas características da moda gótica.



A cultura japonesa dá muito mais importância a uma aparência e comportamento juvenis do que a ocidental, e algumas mulheres adultas compram coisas como produtos com a estampa da Hello Kitty – que no ocidente geralmente tem crianças como público-alvo. O Gosurori talvez seja uma extensão desse fenômeno, conhecido como Cute Culture.



O estilo floresceu nos idos de 1997/1998 e se tornou um estilo bem estabelecido, com suas próprias grifes, disponível em diversas boutiques, e até mesmo em algumas grandes lojas de departamentos a partir de 2001. Alguns consideram o gosurori como uma resposta ao movimento Kogal, tido pelas lolitas como “vulgar”, já que envolve exposição do corpo e sensualidade. No entanto, o gothic lolita talvez não possa ser considerado como uma subcultura propriamente dita já que não existe uma ideologia ou um credo comum a todas, um padrão de comportamento, nem música ou arte específicas a serem apreciadas - mas acima de tudo lolitas não são criaturas necessariamente grupais, que buscam socializar com outras lolitas. Sendo assim individualistas, não há como classificá-las como uma tribo.



Gothic Lolita é uma das subcategorias do visual Lolita (Loli). Outras categorias incluem Classic Lolita (mais tradicional, contando com estampas florais, cores mais claras e mais sofisticadas, e com ar mais ‘maduro’), Sweet Lolita (tons pastéis, temas angelicais, renda, laços e flores), Ero Lolita (que usa cinta-ligas, saias mais curtas, corsets e babydolls), Punk Lolita (usa de corsets, tecidos em xadrez, estampas com caveiras), Country Lolita (abusando de estampas quadriculadas e florais para criar o efeito meigo e campestre) e Gurorori (com temas mais mórbidos e obscuros, incluindo muitas vezes tapa-olho, bandagens e sangue falso).




O estilo foi influenciado e tornado ainda mais popular pela imagem de certas bandas de Visual Kei (ou rock visual, lit. “linhagem visual”), que possuem ou possuíam entre seus integrantes usuários ou fãs do visual lolita. O Visual Kei é um subgênero do rock japonês formado por bandas de visual elaborado, cujas apresentações muitas vezes contam com elementos teatrais – mas com estilo musical que muitas vezes difere de outros grupos enquadrados na mesma categoria. É importante ressaltar que várias lolitas ressentem essa ligação com visual kei e consideram lolitas fãs dessas bandas e ídolos como bandgirls e não lolitas "de verdade": como se as lolitas fãs de visual rock se vestissem de lolita apenas por influência de seus ídolos, para se encaixar com os outros fãs e não por gostarem do estilo.



Mana, o líder da extinta banda de visual kei Malice Mizer, é creditado como tendo ajudado a popularizar o Gothic Lolita. Ele criou os termos “Elegant Gothic Lolita” (EGL) e “Elegant Gothic Aristocrat” (EGA) para descrever as peças de sua própria grife Moi-même-Moitié, fundada em 1999 – que rapidamente se estabeleceu como uma das marcas mais desejadas da cena Gothic Lolita. No ocidente, o termo "EGL" diversas vezes é tratado como se abrangesse toda a moda Lolita, ou como se fosse um sinônimo de "Gothic Lolita". "EGL" na verdade refere-se somente à linha de roupas da grife Moi-même-Moitié que leva este nome - e que é formada por roupas Gothic Lolita.



Por: http://blogdaguiga.blogspot.com/

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Animação japonesa correndo perigo?

"A não ser que algo seja feito, a animação
japonesa será arruinada." Koichi Murata, presidente
da companhia de animação Oh Production.''



De todo o largo lucro que a animação japonesa gera do comércio atualmente, os bolsos dos animadores estão cada vez mais magros. Como exemplo, todo o comércio internacional da série de jogos baseados em Pokémon gerou em torno de 3 trilhões de ienes. Mas, enquanto isso, um animador em um pequeno estúdio em Tóquio é felizardo quando consegue apenas 50 mil ienes (cerca de 470 dólares) por mês.

Muito do recente interesse em animês vêm do exterior, segundo o presidente da Dream Ranch (empresa do grupo Sony Music), Kiyokazu Matsumoto. Ele diz que uma fábrica de brinquedos norte-americana ofereceu a sua companhia cerca de 10 milhões de dólares pelos direitos de distribuir produtos estrelando os personagens de um animê que sua companhia nem ao menos concluiu ainda. Para Matsumoto isso é surpreendente pois é cerca de 100 vezes o que essas séries geram pelos direitos de transmissão no Japão. A proposta veio após Matsumoto e sua companhia começarem a mapear uma animação baseada em ilustrações de um artista que freqüentemente, ganha as capas das revistas de quadrinhos com suas obras. Antes, a Dream Ranch já havia quase negociado um acordo com uma companhia Hollywodiana para transformar a história em um longa metragem de animação.

Hoje em dia, a tendência é transformar personagens de animê em produtos e jogos o mais rápido possível. Foi Pokémon que revolucionou o velho conceito que animês eram feitos primeiramente para o mercado doméstico e depois, como comércio secundário, para o exterior. Os jogos eletrônicos, bonecos e outros produtos provaram um sucesso instantâneo quando chegaram ao mercado americano. Cerca de 120 milhões de jogos da série foram vendidos ao redor do mundo. A série animada foi exibida em 68 nações. A companhia que detêm os direitos da série, no Japão, tem negócios com cerca de 200 empresas estrangeiras e 70 empresas japonesas para licenciamento de produtos com a marca da série. Existem cerca de 2 mil produtos com a marca, estrelando personagens de Pokémon.

Claro, a aclamação aos animês pelos estrangeiros não é nenhuma novidade. Tudo começou nos anos 60, com "Astro Boy". Recentemente, Hayao Miyazaki ganhou o Urso de Ouro de Berlim em 2002 e o Oscar em 2003 com sua produção "A Viagem de Chihiro". Innocence, de Mamoru Oshii foi exibido no Festival de Cannes em maio e chega aos cinemas norte-americanos no segundo semestre.

Os criadores de Innocence também estão de olho nas oportunidades do comércio estrangeiro. Eles gastaram cerca de 2 bilhões de ienes para produzir sua obra, com o intuito de ela chegar ao exterior, um valor próximo ao gasto com A Viagem de Chihiro. Porém, isso é nada comparado aos quase 10 bilhões de ienes que Hollywood gasta com suas animações. Os patrocinadores de Innocence incluem grandes companhias japonesas, bem como o grupo Disney. O produtor Katsuji Morishita, do Production IG, responsável pela obra, diz: "Diferente dos animês convencionais, nós visamos Hollywood desde o começo."

Como os animadores japoneses não têm nem de perto os fundos que os animadores da Disney gozam, a animação japonesa tem de apelar para menos frames e concentrar-se em boas e apelativas histórias. E, claro, eles também tem a sua disposição o grande número de mangás para se inspirar. Porém, os animadores japoneses estão perdendo espaço para os competidores na China e na Coréia do Sul, onde os custos com mão de obra são mais baratos. Enquanto os custos com a mão de obra no Japão só aumentam, os investimentos nas produções não. Desmotivado por um salário mensal a beira dos 50 mil ienes, um animador de 26 anos que integrou-se ao time de produção da Oh Production há um ano diz: "Às vezes eu queria desistir, eu nunca imaginei que seria assim". Apenas com ajuda financeira da família o animador consegue dar rumo a sua vida.

Das aproximadamente 440 companhias de animação do Japão, cerce de 70% são pequenas, com 30 trabalhadores ou menos, de acordo com a estatística. Essas companhias recebem cerca de 10 milhões de ienes por trabalho de anunciantes e patrocinadores. As vezes não é o bastante para cobrir os custos. O dinheiro vem mesmo dos direitos de transmissão, que geralmente são das estações de TV, editoras e grandes companhias de animação. Conseqüentemente, as pequenas companhias, não compartilham das vendas dos produtos com a marca da série. Muitos animadores, cansados do pequeno salário, se demitem em alguns anos. E com mais e mais animações sendo feitas na Coréia do Sul e na China, muitas das indústrias domésticas temem o "vazio" da indústria de animação. "A não ser que algo seja feito, a animação japonesa será arruinada", lamenta Koichi Murata, presidente da Oh Production.

Por: Anime Pró!

Fruits Basket: Episódio 01 - O Dia Mais Estranho da Minha Vida



Quer assistir ao segundo episódio?
Vá no link abaixo:

Episódio 02

O Que Vende nos EUA venderia no Brasil?



ICV, site especializado em quadrinhos e artigos da cultura pop, sempre faz um guia daquilo que é mais rentável em termos de mangá e anime. Eles se baseiam em vendagens da Bookscan (bookstores) e da Diamond (comics stores), que distribuem mangás para os principais pontos de venda dos Estados Unidos. Assim, eles consegurm montar uma lista dos cinqüenta mangás mais rentáveis dos EUA. A lista em si, em especial os primeiros lugares, nunca é grande surpresa. Afinal, quem não sabe que Naruto, Bleach, Full Metal Alchemist e Fruits Basket vão estar entre os cinco?

Interessante que este ano, eles ressaltam que há um número equilibrado de shoujos e shounens entre os top 50, mesmo no top 10 do ano passado, havia muito menos shoujo mangá. Infelizmente, eles não liberam a lista de 50 títulos no site, é algo que vem e um um guia impresso para profissionais da área, gente do mercado mesmo, não curiosos, como eu. Queria muito ter acesso a ela, claro, daria para comentar melhor, afinal, estar entre os top 20, por exemplo, também é sinal de boa receptividade. Duvido que não encontrasse Nana ou Nodame Cantabile por lá, só para citar exemplos.

A matéria não dá os 50 títulos, mas apontou algo que me pareceu importante para uma coluna de shoujo mangá. Foi dito que há mangás shoujo em ascensão, vendendo cada vez mais, como The Gentlemans Alliance (Shinshi Doumei Cross) de Arina Tanemura que é o 27º na lista. A possibilidade de um mangá de Arina Tanemura virar anime sempre é grande, e com a boa receptividade do mangá talvez a série vá para os EUA, o que ajudaria a preencher a lacuna na lista de animes, já que não há nenhum shoujo ou josei entre eles.

Nos dez mais rentáveis, como disse, há os shounens de sempre dos quais somente Naruto (Panini), Tsubasa (JBC) e Full Metal Alchemist (JBC) foram licenciados oficialmente no Brasil, falo isso porque um Death Note e um Bleach já devem estar nas mãos de uma das grandes ou sendo muito disputados. E há shoujos importantes como Fruits Basket (Tokyopop/JBC), Loveless (Tokyopop), Zettai Kareshi (VIZ/Conrad) e Vampire Knight (VIZ). Alguns dos mangás estão em nossas bancas, mas a maioria não são publicados nem estão previstos no Brasil. Será que seriam sucesso aqui? O que realmente faz sucesso no Brasil? Quem sabe? Por que não liberam vendagens em nosso país? Será que seria tão incomodo fazerem um guia como o ICV faz nos EUA? Para quem está curioso, eis a lista:

1. Naruto
2. Bleach
3. Kingdom Hearts
4. Fruits Basket
5. Death Note
6. Full Metal Alchemist
7. Vampire Knight
8. Absolute Boyfriend (Zettai Kareshi)
9. Loveless
10. Tsubasa

Tomando esta lista e pensando em Brasil, eu diria o seguinte, salvo por Kingdom Hearts, acredito que todos os shounen apareçam aqui até o início de 2008 se muito. Kingdom Hearts, aliás, é um sucesso interessante, pois mistura mangá e personagens Disney e se baseia em um jogo. Vejam que o mangá em si junta ingredientes bem interessantes e poderia fisgar um público fã de mangá que não tivesse total aversão pela Disney (*há gente capaz dessas bobagens*) e, também, os fãs do game. O traço é uma graça e faz muito sucesso nos EUA desde que foi lançado. Queria que aparecesse o volume 1 na Livraria Cultura para que eu comprasse e desse uma olhadinha. Não sei se está sendo visado por alguma das editoras no Brasil, mas eu pensaria seriamente no assunto.

Falando em casamentos abertos ? já que W.I.T.C.H. que sai no Japão é refeito em formato mangá ? entre Disney e os quadrinhos japoneses, temos também um exemplar shoujo bem próximo a Kingdom Hearts, que é Kilala Princess. A série é desenhada por Nao Kodaka e escrita por Rika Tanaka. Voltada para meninas e pré-adolescentes, ela tem o apelo de ser bem desenhada, coisa que boa parte do material similar que sai aqui no Brasil não é (*W.I.T.C.H. tem altos e baixos, a depender do/a desenhista*), bem narrada e ter as tradicionais princesas da Disney e seus respectivos "príncipes" como coadjuvantes. Na página da Tokyopop é possível ler gratuitamente o primeiro capítulo.

Dos shoujo, acredito que Vampire Knight, da autora de Merupuri, também apareça por aqui até 2008. Nunca saberemos se Merupuri vendeu bem, mas eu apostaria que sim. Há um boato forte a respeito da vinda da série. Falando francamente, acredito no potencial de Vampire Knight, acho que seria muito bem recebido, mas acho que é muito cedo para que ele chegue ao Brasil. Nos EUA, ele está sendo serializado na Shojo Beat, então sai um capítulo ao mês e, acredito, um volume a cada 5 ou 6 meses, se muito. O quinto volume acabou de ser lançado no Japão e o mangá não está fechado ainda. É provável, eu acredito que venha, mas não parece ser política da Panini, hoje, lançar mangás com possibilidade de interrupção tão cedo. Claro que podem mudar a periodicidade, mas eu acredito que seja um boato que talvez indique que a série foi licenciada.

Já Princess Princess, o outro título citado pelo "grande boato", pode sair antes do que se imagina. O mangá tem cinco volumes, já está encerrado e a Elza Keiko perguntou o que achávamos dele lá no Orkut. Vejam que ela perguntou o que achávemos de Princess Princess e Bijinzaka, este último já lançado. Princess Princess seria o tal teste para ver se BL/Yaoi é rentável. Não creio que as editoras deveriam ter grandes dúvidas sobre isso, mas eu escolheria outro título. De qualquer forma, acho que este ano pinta o primeiro BL/Yaoi em nossas bancas.

Yuu Watase faz sucesso nos EUA e no mundo inteiro, Zettai Kareshi é curto e acredito que tudo isso pesou na escolha da Conrad. Eu realmente não sou fã da autora, mas compreendo as razões do seu sucesso e acredito que a editora brasileira escolheu bem. Claro que muita gente ficou chateadíssima com o fato de Paradise Kiss ser adiado, sei que há questões de formato/preço difíceis de resolver aí. Eu não sou muito ansiosa, e posso esperar desde que o material realmente seja lançado, com preço adequado e de forma respeitosa, leia-se tradução de qualidade e impressão que não deprecie a arte.

Lá no Orkut, duas pessoas reclamaram do subtítulo escolhido pela Conrad, O Namorado Perfeito, lembraria os romances tipo Júlia e Sabrinas. Ora, pode até não ser um subtítulo agradável, mas olhando o significado no dicionário de "絶対" (zettai), encontrei absoluto (*no sentido do inglês de completo), perfeito. Em Inglês o título dado pela VIZ é Absolute Boyfriend. Se vai parecer Júlia ou Sabrina, a culpa não é da editora, que por bom senso tem que dar um subtítulo para facilitar a procura nas bancas e livrarias, mas da autora que escolheu um título de romance Harlequin. E podem torcer o nariz, mas no Japão, júlias e sabrinas vendem aos tubos e viram mangá, desenhados por gente como Kayono, Chiho Saito e autoras de peso.

Acho que nenhuma editora brasileira iria ficar triste se algumas leitoras de romance de banca passassem a ler mangá e engrossassem seus lucros. Em alguns shoujos elas encontrariam romances (*no sentido amoroso mesmo*) tão legais quanto os dos livros e histórias bem melhores em muitos casos. Parem para contar quantos desses volumes saem por mês pela Harlequin e pela Nova Cultural nas bancas brasileiras, talvez, elas superem em muito o número dos leitores de alguns mangás lançados é algo bem próximo da linha de montagem que são os mangás no japão. Tem gente que chuta vendagens astronômicas para nossos mangás, como se todo título fosse um Dragon Ball, mas há mangás que não devem vender nem 5 mil exemplares, para o desespero das editoras.

Se a gente for ter medo dos preconceituosos por conta de títulos, bem, vamos estar se igualando a quem tem preconceito contra shoujo, contra cores de capa, contra mulher que lê ou faz quadrinho, contra mangá "porque é violento" ou "se lê ao contrário", e por aí vai. Mas se vocês pudessem dar um outro subtítulo ao mangá, qual seria? Em francês, por exemplo, virou Lui ou Rien, Ele ou Nada. Será que está de acordo com o título original? Ficou um título mais interessante? Menos "vexatório"? Para mim realmente não faz diferença. Eu preferia que Karekano aqui no Brasil tivesse o subtítulo que o primeiro fansuber no mundo (*sim, é verdade*) que legendou deu Coisas de Namorado, mas o subtítulo escolhido pela Panini, As Razões Dele, Os Motivos Dela, é o mais usado no mundo inteiro. Acho que não é coerente reclamar nesse caso.

Já Loveless, bem, também apostaria que este mangá chega rápido aqui no Brasil, até final de 2008, porque Gravitation, de acordo com boatos cada vez mais fortes, deve vir antes e isso deve pesar na disputa entre as editoras. Não me surpreenderia até se Loveless já estivesse licenciado. Não sou fã do mangá, não gosto mesmo dele, mas sei que tem uma legião de fãs e um traço muito bom, fora um anime como cartão de visitas. Dado o sucesso da obra pelo mundo, seria uma escolha bem coerente, não é?

Agora, voltando a Arina Tanemura. Acho um absurdo sem tamanho que nenhuma de suas obras tenha saído aqui saído no Brasil. Qualquer de seus mangás, algum deles, enfim, ela é obrigatória, mas nem com o sucesso todo que faz, nem o fato de todas as suas obras ou quase todas virarem anime, algo raro, parece comover as editoras brasileiras. Quem entende? Eu tenho repetido o mantra "Full Moon... Full Moon... Full Moon..." para ver se alguém se dispõe a ir ver "o que é isso", mas não sei se dá certo. De qualquer forma, Tanemura seria uma excelente escolha, independente do que lançassem dela. E, sim, acredito que faria muito sucesso no Brasil.

Só para fechar, a matéria também fala que o mercado de DVDs nos EUA encolheu, pois houve grande queda nos lançamentos. Nem por isso, vem gente dizendo que o mercado está morrendo como acontece aqui no Brasil, onde efetivamente não há mercado de DVDs de anime consolidado. Mas isso foi assunto da coluna passada e não convém me repetir. Entre os animes mais rentáveis, não há nenhum shoujo e Dragon Ball continua no topo, como segue:

1. Dragon Ball Z
2. Pokemon
3. Voltron
4. Naruto
5. Robotech Shadow Chronicles
6. Fullmetal Alchemist
7. Hellsing Ultimate
8. Howls Moving Castle
9. Final Fantasy VII: Advent Children
10. Bleach

Depois disso, me pergunto: será que Robotech chega aqui? Acho que teria público, mesmo que eu não me incluísse nele. J Por hoje é só!

Por: Anime Pró!

Itsumo Nando Demo (Legendado em Português)



Por esses dias assisti o filme da viagem de chihiro e achei tão fofa essa música! ^^

sábado, 6 de dezembro de 2008

Kousen Mangás

Yo Minna! ^^
Vim apresentar um site muito legal de mangás!
Esse site é o Kousen Mangás! Muito bom!



http://www.kousen.com.br/

Esse site tem vários mangás! Vou passar a lista pra vocês:

Completos:

Jisatsu Circle
S.E. Lain
Stray Dog
Hikaru no Go
Valkyrie Profile

Os que eles ainda estão terminando:

Bleach
Berserk
FullMetal Alchemist
Hunter x Hunte
School Rumble
Naruto

É um site bem legal pra baixar mangá! ^^
Eu recomendo! ^^